Filmes, músicas, estilos, sensações do momento, cores, lugares... Até que ponto isso é algo que influencie? Ou melhor, até que ponto é possível influenciar alguém?
“Eu quero”. “Eu sou”.
Uma das frases mais usadas pela nossa geração, influenciar e ser influenciado são coisas que já viraram hábito do dia-a-dia dos seres humanos. Futilidade é a palavra da moda. Querer é o verbo que ninguém deixa cair em obsolescência. Ser influenciado a cada esquina com outdoors e merchandising é cada vez mais comum... E influenciar os outros, ah, isso não é para qualquer um, mas quem o faz sabe fazê-lo tão bem quanto o padre sabe rezar a missa...
Tudo o que propagamos é livre-arbítrio. "Faço porque tenho direito de escolha". Sim. Nós mesmas criamos esse blog porque quisemos. E falamos o que quisermos também. Então, ok... Onde eu estava? Ah sim. Temos o direito de escolha... Inclusive o direito de escolher quem vai escolher as coisas por nós. Vai me dizer que não? Vai MESMO dizer na minha cara que eu estou mentindo? Ótimo.
Então, a partir disso, temos os grupos sociais ou pseudogrupos sociais. Neles que nos envolvemos. E mudamos, sim. Mas mudar faz parte do processo vital. Ser influenciado, ah meu amigo... É um problema.
Como já dizia... Bom alguém disse isso: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
Como explicar esse "ato de rebeldia" de nossa parte? Um ato, quem sabe, do que julgamos liberdade. Não tem o que explicar, ou melhor, não foi feito para ser entendido, apenas deixe os dados rolarem, muitos pensam que influência faz parte do processo da vida, mas isso não é nada normal. E nem mesmo dentro dos *(nossos) padrões aceitáveis. Ao menos, para nós. Você deve estar se perguntando o motivo disso, e acredite: o pior nesse ciclo vicioso não é a pessoa que influência, mas sim aquele que se deixa ser influenciado. É praticamente uma perda no mundo. A perda de uma pessoa fabulosa transformada em “mais uma”
Problemas? Todos temos, é claro. Mas algumas pessoas que pensam e, muitas vezes, agem como se não houvesse nada pior no mundo do que quebrar uma unha, perder a promoção de Prada ou aquele gatinho daquela festa super badalada do fim de semana não ter sequer olhado para você. Então você arruma alguém "para Cristo" como diziam os antigos...
*(nós achamos que a pior coisa do mundo é sem incompreendida. Ah! Poupamo-nos de ouvir essa, então transformamos em algo engraçado. Ou irônico).
Então. Lá está você, beibe. Esbanjando charme, fazendo qualquer coisa útil na sua vida. E de repente chega seu maior inimigo, disfarçado de melhor amigo: Aquele que vai te dominar e transformar você. Aquele que vai fazer você fazer e falar coisas que não estão nos seus valores...
VALORES? Você se perguntaria... É, como podemos dizer? Algo que você já teve, um dia, antes desse monstro tornar sua vida colorida num filme de terror.
Open your eyes! É isso mesmo o que quer? Você não está parecido (a) demais com ele (a)? As idéias, o jeito de ser... Ei! Diga-me! Sabe aquela outra pessoa que você dizia ser seu melhor amigo? Ela ainda está 24hras ao seu lado? Não? É um mau sinal...
Já tentou reparar se está repelindo ou atraindo pessoas?
Se ainda tem as mesmas idéias, se as modificou por você... Consegue tomar suas decisões sem interferência de alguém? E a pior parte, a mais horrenda da coisa: quais são seus atuais programas? Ir a festas porque lá estão as “pessoas populares que você tem que conhecer”?
*(Devemos contar que fomos, ontem, à festa da senhora Meg Cabot. Nos acabamos e pegamos uns gatinhos. Chegamos tarde e dormimos na casa da outra, agora estamos cheias de fotos (in)úteis e de segredinhos! Invejem).
Estamos falando aqui de ter cabeça: suas idéias, suas memórias, seu jeito, seu estilo. Gostar de algo que virou modinha é diferente de segui-la. Não deixe a futilidade tomar conta, não acredite tanto assim na mídia e no que aquele seu amigo pseudopop, pseudo-sabe-tudo e pseudo-estiloso te manipular. Preste atenção em como você age com as pessoas, se é diferente com uma ou com outra. Preste atenção se é diferente consigo mesmo! Questione! Argumente! Fuja de pessoas fúteis, de pessoas pessimistas, de pseudopopulares. Mas nunca, nunca abandone a si mesmo. Pense por você, aja por você.
E se repele mais que atrai, avalie-se.
Não seja mais um.
PS: Como dizia nosso amigão Gabriel, o pensador “até quando você vai levando? Até quando vai ser saco de pancada?”
*parágrafos meramente ilustrativos.
“Eu quero”. “Eu sou”.
Uma das frases mais usadas pela nossa geração, influenciar e ser influenciado são coisas que já viraram hábito do dia-a-dia dos seres humanos. Futilidade é a palavra da moda. Querer é o verbo que ninguém deixa cair em obsolescência. Ser influenciado a cada esquina com outdoors e merchandising é cada vez mais comum... E influenciar os outros, ah, isso não é para qualquer um, mas quem o faz sabe fazê-lo tão bem quanto o padre sabe rezar a missa...
Tudo o que propagamos é livre-arbítrio. "Faço porque tenho direito de escolha". Sim. Nós mesmas criamos esse blog porque quisemos. E falamos o que quisermos também. Então, ok... Onde eu estava? Ah sim. Temos o direito de escolha... Inclusive o direito de escolher quem vai escolher as coisas por nós. Vai me dizer que não? Vai MESMO dizer na minha cara que eu estou mentindo? Ótimo.
Então, a partir disso, temos os grupos sociais ou pseudogrupos sociais. Neles que nos envolvemos. E mudamos, sim. Mas mudar faz parte do processo vital. Ser influenciado, ah meu amigo... É um problema.
Como já dizia... Bom alguém disse isso: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.
Como explicar esse "ato de rebeldia" de nossa parte? Um ato, quem sabe, do que julgamos liberdade. Não tem o que explicar, ou melhor, não foi feito para ser entendido, apenas deixe os dados rolarem, muitos pensam que influência faz parte do processo da vida, mas isso não é nada normal. E nem mesmo dentro dos *
Problemas? Todos temos, é claro. Mas algumas pessoas que pensam e, muitas vezes, agem como se não houvesse nada pior no mundo do que quebrar uma unha, perder a promoção de Prada ou aquele gatinho daquela festa super badalada do fim de semana não ter sequer olhado para você. Então você arruma alguém "para Cristo" como diziam os antigos...
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Então. Lá está você, beibe. Esbanjando charme, fazendo qualquer coisa útil na sua vida. E de repente chega seu maior inimigo, disfarçado de melhor amigo: Aquele que vai te dominar e transformar você. Aquele que vai fazer você fazer e falar coisas que não estão nos seus valores...
VALORES? Você se perguntaria... É, como podemos dizer? Algo que você já teve, um dia, antes desse monstro tornar sua vida colorida num filme de terror.
Open your eyes! É isso mesmo o que quer? Você não está parecido (a) demais com ele (a)? As idéias, o jeito de ser... Ei! Diga-me! Sabe aquela outra pessoa que você dizia ser seu melhor amigo? Ela ainda está 24hras ao seu lado? Não? É um mau sinal...
Já tentou reparar se está repelindo ou atraindo pessoas?
Se ainda tem as mesmas idéias, se as modificou por você... Consegue tomar suas decisões sem interferência de alguém? E a pior parte, a mais horrenda da coisa: quais são seus atuais programas? Ir a festas porque lá estão as “pessoas populares que você tem que conhecer”?
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Estamos falando aqui de ter cabeça: suas idéias, suas memórias, seu jeito, seu estilo. Gostar de algo que virou modinha é diferente de segui-la. Não deixe a futilidade tomar conta, não acredite tanto assim na mídia e no que aquele seu amigo pseudopop, pseudo-sabe-tudo e pseudo-estiloso te manipular. Preste atenção em como você age com as pessoas, se é diferente com uma ou com outra. Preste atenção se é diferente consigo mesmo! Questione! Argumente! Fuja de pessoas fúteis, de pessoas pessimistas, de pseudopopulares. Mas nunca, nunca abandone a si mesmo. Pense por você, aja por você.
E se repele mais que atrai, avalie-se.
Não seja mais um.
PS: Como dizia nosso amigão Gabriel, o pensador “até quando você vai levando? Até quando vai ser saco de pancada?”
*parágrafos meramente ilustrativos.
Donna & Diabolique


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